A família ocupa um lugar importante na trajetória de crianças e adolescentes com dupla excepcionalidade. É no cotidiano que muitas habilidades, interesses, formas particulares de aprender e necessidades de apoio podem começar a ser percebidas.
O estudo de Coutinho-Souto e Fleith (2021) mostra como a participação familiar, o apoio emocional e a parceria com a escola podem contribuir para o processo de inclusão e para o desenvolvimento do estudante com dupla excepcionalidade.